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Características dos Instrumentos de Medição

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Alguns dos termos utilizados para descrever as características de um instrumento de medição são igualmente aplicáveis a dispositivos de medição, transdutores de medição ou a um sistema de medição e por analogia podem, também, ser aplicados a uma medida materializada ou a um material de referência. O sinal de entrada de um sistema de medição pode ser chamado de estímulo: o sinal de saída pode ser chamado de resposta. Neste capítulo o termo "mensurando" significa a grandeza aplicada a um instrumento de medição.

 



1. Faixa Nominal
Faixa de indicação que se pode obter em uma posição específica dos controles de um instrumento de medição.
Observações:
1) Faixa nominal é normalmente definida em termos de seus limites inferior e superior, por exemplo: "100ºC a 200ºC". Quando o limite inferior é zero, a faixa nominal é definida unicamente em termos do limite superior, por exemplo: a faixa nominal de 0V a 100V é expressa como "100V".
2) Ver observação do item 5.2.

 



2. Amplitude da Faixa Nominal
Diferença, em módulo, entre os dois limites de uma faixa nominal.
Exemplo:
Para uma faixa nominal de -10V a +10V a amplitude da faixa nominal é 20V.
Observação:
Em algumas áreas, a diferença entre o maior e o menor valor é denominada faixa.

 



3. Valor Nominal
Valor arredondado ou aproximado de uma característica de um instrumento de medição que auxilia na sua utilização.
Exemplos:
a) 100 (ômega) como valor marcado em um resistor padrão;
b) 1L como valor marcado em um recipiente volumétrico com uma só indicação;
c) 0,1 mol/L como a concentração da quantidade de matéria de uma solução de ácido clorídrico, HCl.
d) 25ºC como ponto pré-selecionado de um banho controlado termostaticamente.

 



4. Faixa de Medição/ Faixa de Trabalho
Conjunto de valores de um mensurando para o qual se admite que o erro de um instrumento de medição mantém-se dentro dos limites especificados.
Observações:
1) "Erro" é determinado em relação a um valor verdadeiro convencional.
2) Ver observação do item 5.2.

 



5. Condições de Utilização
Condições de uso para as quais as características metrológicas especificadas de um instrumento de medição mantêm-se dentro de limites especificados.
Observação:
As condições de utilização geralmente especificam faixas ou valores aceitáveis para o mensurando e para as grandezas de influência.

 



6. Condições de Limites
Condições extremas nas quais um instrumento de medição resiste sem danos e sem degradação das características metrológicas especificadas, as quais são mantidas nas condições de funcionamento em utilizações subseqüentes.
Observaçotilde;es:
1) As condições limites para armazenagem, transporte e operação podem ser diferentes;
2) As condições limites podem incluir valores limites para o mensurando e para as grandezas de influência.

 



7. Condições de Referência
Condições de uso prescritas para ensaio de desempenho de um instrumento de medição ou para intercomparação de resultados de medições.
Observação:
As condições de referência geralmente incluem os valores de referência ou as faixas de referência para as grandezas de influência que afetam o
instrumento de medição.

 



8. Constante de um Instrumento
Fator pelo qual a indicação direta de um instrumento de medição deve ser multiplicada
para obter-se o valor indicado do mensurando ou de uma grandeza utilizada no cálculo do valor do mensurando.
Observações:
1) Instrumentos de medição com diversas faixas com um único mostrador têm várias constantes que correspondem, por exemplo, a diferentes posições de um mecanismo seletor.
2) Quando a constante for igual a um, ela geralmente não é indicada no instrumento.

 



9. Característica de Resposta
Relação entre um estímulo e a resposta correspondente, sob condições definidas.
Exemplo:
A força eletromotriz (fem) de um termopar como função da temperatura.
Observações:
1) A relação pode ser expressa na forma de uma equação matemática, uma tabela numérica ou um
gráfico.
2) Quando o estímulo varia como uma função do tempo, uma forma de característica de resposta é
a função de transferência ("transformada de Laplace" da resposta dividida pela do estímulo).

 



10. Sensibilidade
Variação da resposta de um instrumento de medição dividida pela correspondente variação do estímulo.
Observação:
A sensibilidade pode depender do valor do estímulo.

 



11. (Limiar de) Mobilidade
Maior variação no estímulo que não produz variação detectável na resposta de um instrumento de medição, sendo a variação no sinal de entrada lenta e uniforme.
Observação:
O limiar de mobilidade pode depender, por de exemplo, de ruído (interno ou externo) ou de atrito. Pode depender, também, do valor do estímulo.

 



12. Resolução (de um Dispositivo Mostrador)
Menor diferença entre indicações de um dispositivo mostrador que pode ser significativamente percebida.
Observações:
1) Para dispositivo mostrador digital, é a variação na indicação quando o dígito menos significativo varia de uma unidade.
2) Este conceito também se aplica a um dispositivo registrador.

 



13. Zona Morta
Intervalo máximo no qual um estímulo pode variar em ambos os sentidos, sem produzir
variação na resposta de um instrumento de medição.
Observações:
1) A zona morta pode depender da taxa de variação.
2) A zona morta, algumas vezes, pode ser deliberadamente ampliada, de modo a prevenir
variações na resposta para pequenas variações no estímulo.

 



14. Estabilidade
Aptidão de um instrumento de medição em conservar constantes suas características metrológicas ao longo do tempo.
Observações:
1) Quando a estabilidade for estabelecida em relação a uma outra grandeza que não o tempo, isto deve ser explicitamente mencionado.
2) A estabilidade pode ser quantificada de várias maneiras, por exemplo:
- pelo tempo no qual a característica metrológica varia de um valor determinado; ou
- em termos da variação de uma característica em um determinado período de tempo.

 



15. Discrição
Aptidão de um instrumento de medição em não alterar o valor do mensurando.
Exemplos:
1) Uma balança é um instrumento discreto para medição de massas.
2) Um termômetro de resistência que aquece o meio no qual a temperatura está sob medição não é discreto.

 



16. Deriva
Variação lenta de uma característica metrológica de um instrumento de medição.

 



17. Tempo de Resposta
Intervalo de tempo entre o instante em que um estímulo é submetido a uma variação brusca e o instante em que a resposta atinge e permanece dentro de limites especificados em torno do seu valor final estável.

 



18. Exatidão de um Instrumento de Medição
Aptidão de um instrumento de medição para dar respostas próximas a um valor verdadeiro.
Observação:
Exatidão é um conceito qualitativo.

 



19. Classe de Exatidão
Classe de instrumentos de medição que satisfazem a certas exigências metrológicas destinadas a conservar os erros dentro de limites especificados.
Observação:
Uma classe de exatidão é usualmente indicada por um número ou símbolo adotado por
convenção e denominado índice de classe.

 



20. Erro (de indicação) de um Instrumento de Medição
Indicação de um instrumento de medição menos um valor verdadeiro da grandeza de entrada correspondente.
Observações:
1) Uma vez que um valor verdadeiro não pode ser determinado, na prática é utilizado um
verdadeiro convencional (ver itens 1.19 e 1.20).
2) Este conceito aplica-se principalmente quando o instrumento é comparado a um padrão de referência.
3) Para uma medida materializada, a indicação é o valor atribuído a ela.

 



21. Erros Máximos Admissíveis (de um instrumento de medição)/ Limites de Erros Admissíveis (de um instrumento de medição)
Valores extremos de um erro admissível por especificações, regulamentos, etc., para um dado instrumento de medição.

 



22. Erro no Ponto de Controle (de um instrumento de Medição)
Erro de um instrumento de medição em uma indicação especificada ou em um valor
especificado do mensurando, escolhido para controle do instrumento.

 



23. Erro no Zero (de um Instrumento de Medição)
Erro no ponto de controle de um instrumento de medição para o valor zero do mensurando.

 



24. Erro Intrínseco (de um Instrumento de Medição)
Erro de um instrumento de medição, determinado sob condições de referência.

 



25. Tendência (de um Instrumento de Medição)
Erro sistemático da indicação de um instrumento de medição.
Observação:
Tendência de um instrumento de medição é normalmente estimada pela média dos erros
de indicação de um número apropriado de medições repetidas.

 



26. Isenção de Tendência (de um Instrumento de Medição)
Aptidão de um instrumento de medição em dar indicações isentas de erro sistemático.

 



27. Repetitividade (de um Instrumento de Medição)
Aptidão de um instrumento de medição em fornecer indicações muito próximas, em repetidas aplicações do mesmo mensurando, sob as mesmas condições de medição.
Observações:
1) Estas condições incluem:
- redução ao mínimo das variações devidas ao observador;
- mesmo procedimento de medição;
- mesmo observador;
- mesmo equipamento de medição, utilizado nas mesmas condições;
- mesmo local;
- repetições em um curto período de tempo.
2) Repetitividade pode ser expressa quantitativamente em termos das características da dispersão das indicações.

 



28. Erro Fiducial (de um instrumento de medição)
Erro de um instrumento de medição dividido por um valor especificado para o instrumento.
Observação:
O valor especificado é geralmente denominado de valor fiducial, e pode ser, por exemplo, a amplitude da faixa nominal ou o limite superior da faixa nominal do instrumento de medição.

 
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